
A Photographer’s Journey Through Grief and Gardening
O livro nasceu da resposta de Jane Fulton Alt à perda súbita do seu marido. Ela herdou um vasto jardim de plantas nativas que ele tinha plantado meticulosamente pouco antes de morrer, transformando o relvado da casa num santuário.
A fotógrafa confessa que nunca tinha sido jardineira, mas o jardim acabou por ser o “maior presente” que o marido lhe poderia ter deixado. Ao aprender a cuidar da terra do zero, ela encontrou um caminho para atravessar as fases do luto.
A autora descreve o jardim e a câmara fotográfica como os seus “companheiros leais e constantes”. Esta combinação permitiu-lhe ajustar-se à sua nova vida e transformar a sua dor num processo criativo e regenerativo.
As fotografias e reflexões presentes na obra representam o início de uma jornada de cura, onde o ciclo da natureza — entre o outono da vida e a renovação da primavera — espelha o seu próprio processo de luto e redescoberta.
